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TDAH, autismo e autodiagnóstico: o que as redes sociais podem - e não podem - dizer sobre você
Identificar-se com um vídeo pode abrir uma pergunta importante. A resposta, porém, exige história de vida, contexto e avaliação profissional. “Eu esqueço tudo, então devo ter TDAH.” “Não gosto de mudanças, será que sou autista?” “Esse vídeo parece que foi feito para mim.” Em poucos minutos nas redes sociais, é possível encontrar conteúdos que descrevem desatenção, dificuldade de organização, sensibilidade a sons, exaustão social, procrastinação e outros comportamentos que faz
há 1 dia5 min de leitura
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